terça-feira, 4 de agosto de 2015

Se sentir vontade de chorar...







Não tema. Não prenda o choro... Não se faça de forte. Simplesmente, chore... Permita-se... Deixe a sua alma arrancar, lá de dentro, lá do fundo, o que lhe causa dor. Não evite uma lágrima, ao contrário. Valha-se delas, nunca as contenha, apenas sinta... Não as ampare, não as reprima. Deixe-as cair e carregar o seu pranto. E sua face, antes aflita e entristecida, depois de regada pela pureza de cada lágrima, sentirá - depois do choro - o alento daqueles que se refazem depois da tempestade. Porque chorar é permitir que a sua alma lave as suas dores... E, se elas não forem embora, apesar do estrago feito, ao menos já não pesarão tanto assim!...



                            Mara Melinni 


3 comentários:

  1. Sou chorona por natureza rs...
    bjokas =)

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  2. Olá Mara.

    Muito interessante esse texto.
    Sabe, levo comigo uma coisa que aprendi nessas idas e vindas da vida em relação aos dissabores do coração.
    Aprendi que do mesmo modo que curtimos e aproveitamos os momentos bons e maravilhosos da vida, também devemos curtir e aproveitar os dissabores, as dores. Porque faz parte, é um ciclo, uma fase, é uma experiência que na qual temos que passar. É inevitável! É ruim, é doloroso, mas passa! Acho que são nesses momentos que nos servem como lição, aprendizado, nos fortalece, nos prepara.
    O choro é uma das formas de colocar esse sentimento pra fora, extravasar, de se permitir.

    Parabéns pelo belíssimo texto.

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  3. Eu sempre vi nesse mover que produz a lágrima inevitável, uma razão para crer na sinceridade do sentimento. Por isso, são tão deploráveis os que sabem chorar por puro fingimento, e são tão comovedores os que choram sua dor verdadeira.
    Chorar dói profundamente - mas alivia o coração. Quem dera, recebêssemos a recompensa das nossas lágrimas sinceras! Eis uma entre as maiores das minhas esperanças! Beijosssssssss poetisa

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Toda pessoa é sempre as marcas de outras tantas pessoas. E é tão bonito quando a gente entende que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá. É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense que está.
Gonzaguinha

Beijos e volte sempre!

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