Não tema. Não prenda o choro... Não se faça de forte. Simplesmente, chore... Permita-se... Deixe a sua alma arrancar, lá de dentro, lá do fundo, o que lhe causa dor. Não evite uma lágrima, ao contrário. Valha-se delas, nunca as contenha, apenas sinta... Não as ampare, não as reprima. Deixe-as cair e carregar o seu pranto. E sua face, antes aflita e entristecida, depois de regada pela pureza de cada lágrima, sentirá - depois do choro - o alento daqueles que se refazem depois da tempestade. Porque chorar é permitir que a sua alma lave as suas dores... E, se elas não forem embora, apesar do estrago feito, ao menos já não pesarão tanto assim!...
Mara Melinni

Sou chorona por natureza rs...
ResponderExcluirbjokas =)
Olá Mara.
ResponderExcluirMuito interessante esse texto.
Sabe, levo comigo uma coisa que aprendi nessas idas e vindas da vida em relação aos dissabores do coração.
Aprendi que do mesmo modo que curtimos e aproveitamos os momentos bons e maravilhosos da vida, também devemos curtir e aproveitar os dissabores, as dores. Porque faz parte, é um ciclo, uma fase, é uma experiência que na qual temos que passar. É inevitável! É ruim, é doloroso, mas passa! Acho que são nesses momentos que nos servem como lição, aprendizado, nos fortalece, nos prepara.
O choro é uma das formas de colocar esse sentimento pra fora, extravasar, de se permitir.
Parabéns pelo belíssimo texto.
Eu sempre vi nesse mover que produz a lágrima inevitável, uma razão para crer na sinceridade do sentimento. Por isso, são tão deploráveis os que sabem chorar por puro fingimento, e são tão comovedores os que choram sua dor verdadeira.
ResponderExcluirChorar dói profundamente - mas alivia o coração. Quem dera, recebêssemos a recompensa das nossas lágrimas sinceras! Eis uma entre as maiores das minhas esperanças! Beijosssssssss poetisa