É... de uns dias para cá, perdida em meus pensamentos, resolvi me encarar de frente, em um embate ferrenho comigo mesma (mais um!). Meu estado de espírito, de humor, de graça, enfim... Eu mudo facilmente de uma hora para outra. De repente, passei a me perguntar por que motivo isso acontece (por favor, não tentem intervir nesse processo, rs). Nesses momentos, vem sempre um verso na minha cabeça que diz "Tristeza não tem fim; felicidade, sim!"
Resolvi investigar o que ocorre. E nesse encontro cara a cara, eu percebi que tudo faz parte de uma questão de saber olhar para o que está ao meu lado, pois tudo o que acontece é breve, mas dura o suficiente para ganhar a importância certa aqui, dentro de mim. Pode durar apenas uma fração de segundos... como um olhar.
Não é que eu procure uma felicidade inacabável. Creio que nem faz sentido falar de felicidade desse modo. O certo é que ela está presente em doses diárias, de um jeito que a gente talvez nem perceba, mas está. E embora a tal tristeza tente se sobressair, qualquer que seja o motivo, sei que existe felicidade o bastante para eu gostar da vida do jeito que ela é. Porque não existe receita para ser feliz!
"Tudo é questão de despertar sua alma."
(Gabriel García Marquez)
Mara Melinni

Mara, também acredito que a felicidade bate à porta todos os dias, nós é que decidimos recebê-la ou não. Já a tristeza nem pede licença, vai invadindo se a gente permitir.
ResponderExcluirBeijos
Que bom, flor, que está te encontrando.
ResponderExcluirBeijos.
Oi Mara,
ResponderExcluircomo já dizia meu guru: "infelicidade é questão de prefixo" (J. Guimarães Rosa)
Nâo é mesmo?
Um abraço!
Um conto com reflexões antigas
ResponderExcluirque permeiam nosso ser
questões ontológicas, existencialista e enfim - filosóficas: momentos reflexivos, vida cotidiana e a questão da felicidade...Em FICHTE o eu se deparando com o não-EU,
temas de peças de teatro
romances tantas poesias
agora teu conto muito bom e poético, não sei minha tendência é sempre ler o conto pelo lado poético. Adoro contos e romances poéticos.O leitor lembra Guimarães Rosa e você epigrafa Garcia Marques; dois monstros do romance poético.E eu entrei no teu blog, atras de trovas.
Luiz Alfredo - poeta
Despentando nossa alma para receber a felicidade...
ResponderExcluirBjuss!!