Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje.
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje.
*Só Hoje (Jota Quest) - Letra: Fernanda Mello e Rogério Flausino



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ResponderExcluirAdorei o seu blog. Vou segui-
lo. Espero que também siga
o meu...
silvioafonso
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Oi, Mara (que é puro mel!!!)
ResponderExcluirEssa música é mesmo muito linda e vc soube com maestria combinar as fotos com as partes do texto.Lindo mesmo, garota linda!
Obrigada pelo super carinho deixado lá no Amadeirado. Bjkas e uma semana abençoada pra você!
Só precisamos do hoje para sermos felizes.
ResponderExcluirCada dia é um hoje.
Abç com carinho, Mar+a.
Essa música é muito bonita, não sabia que era da Fernanda Mello. Adoro os textos dela. Beijinhos.
ResponderExcluirEu amo essa música, estou sempre cantando ela, meio desafinada, mas enfim, kkkkkkkkk
ResponderExcluirOi, Mara, que é puro mel
ResponderExcluirCadê você? Estou com saudades, sumida!!! passei pra te deixar um beijinho e te desejar um ótimo fim de semana. Dê notícias!
o último diálogo
ResponderExcluir(entre Artriste e Melancolia)
Artriste:
brilha o olho do corvo
em vigília como o sol turvo
suicida-te póstuma poesia
silente na encosta bravia
onde meu corpo se atreve
entre teu corpo que emerge
Melancolia:
oh ! cúmplice dos incensos
de perfumes raros aos ventos
teu cotidiano não tem (a)preço ?
Artriste:
sou eu partindo-me ao meio
sou eu esvaindo-me entre
possuído e contemplando tremes
Melancolia:
pronuncio teu nome possessivo
onde não silencias e te resignas
Artriste:
rendo-me:
não temo a solidão tão perto
tão longe e tão concreto -
isto não me desespera !
Melancolia:
leva-me sem temer palavras ásperas ?
Artriste:
levo-te dentro por inteira sem rumo
seiva que sentia o que te sinto
em meus sonhos em lascas e sumos
Melancolia:
e outra estrela em tuas mãos -
brilha mais que a minha ?
e o meu sonho tecido nas tensões ?
imploro-te: leva-me como troféu
porque me parti em dúvidas aos céus
Artriste:
não há no orvalho estrela alguma
que arquitetas senão si mesma na penumbra
o destino é algo infinito
e infinito sou contínuo e maldito
tênue te encontrarei em teus (en)cantos
em meus poemas-sombras e em prantos
Melancolia:
descobriremos juntos esta solidão
até que a retina se feche em silêncio
e reste a dor íntima precisa ou não
Artriste:
intenso o poema perdido –
vago nesse mar onde o mar não é
náufrago - mas raso e de vidro
qual espelho onde espero vivo
alvo desta armadilha da rotina
já sem pulso e sem ruído ?
Melancolia:
que sou – aquilo que insinuas ?
golpes nos flancos e carinhos de unhas ?
Artriste:
não – não posso ser o olhar do corvo
que me vigia e corta e brilha
mas suporto até o fim o fogo
de tudo que me persegue e domina
Oi Mara tudo bem com você?
ResponderExcluirEssa música do Jota Quest é mara né? rsrs
Gostei muito do seu blog. Gostei mesmo.
Me segue também?
http://isacvcpro.blogspot.com
bjuss e até mais! ;]
Gostei de seu blog.
ResponderExcluirtenho também o meu. basta digitar Deus seja louvado Ely Alves de Paula.
já escrevi meu livro, cujo título é: "Histórias que a vida contou-nos".